Supremo Tribunal Federal, um supremo que acabou ficando pequeno!

Depois de sua politização, o Supremo Tribunal Federal (STF), o maior órgão da Justiça do país, de tantas histórias e tantas decisões importantes para os rumos de nosso Brasil, passou a ser um órgão sem muito prestígio e que se apequenou diante de tantos problemas que necessitavam de ações imediatas e importantes para o destino de nossa nação. Se você fizer uma reminiscência recente sobre o STF, você vai encontrar inúmeras decisões que geraram dúvidas, muitas das quais altamente partidárias. Um exemplo foi a decisão do Supremo somente tomar partido da cassação do ex deputado federal e presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que já estava no STF há muito tempo, somente depois do impeachment da ex presidente Dilma Rousseff. Outra atitude política do STF foi apoiar o Juiz Sérgio Moro na escuta telefônica da conversa confidencial entre a presidente Dilma e Lula, divulgando o assunto para a toda a imprensa. Afinal, Dilma era presidente da República e jamais poderia ter acontecido esse tipo de coisa. Foi uma vergonha nacional. Todo mundo sabe quem é o senador Aécio Neves, um político corrupto, ladrão, assim reconhecido até por membros de seu partido. Com tantas provas evidentes para punir o senador, o Supremo achou melhor transferir o caso para o Congresso, onde 80% dos políticos tem o rabo preso com a Justiça. Não deu outra. Aécio não foi punido, assim como Temer que foi denunciado duas vezes (denúncias gravíssimas) pelo Procurador Rodrigo Janot, mas o Supremo não teve a coragem de decisão, encaminhando novamente o assunto para o Congresso, cujo o resultado da votação já era esperado, principalmente depois que o presidente “engraxou” os deputados com malas de dinheiro. Agora, o ministro e empresário Gilmar Mendes, do STF, nitidamente com atitudes pessoais e partidárias, mandando soltar presos (contrariando decisões dos Juízes), arquivando processos, de acordo com os seus e de outros interessados, participando de reuniões políticas, etc. Até os fabricantes de cigarros com sabores não respeitaram a resposta do Supremo, contra ou a favor, da fabricação de tais cigarros. Comentamos apenas esses fatos, mas existem vários outros, é para que o leitor desta coluna procure analisar os rumos de nosso país, com o presidente Michel Temer ladrão, mentiroso e um Supremo pequeno e frágil.

Os Perigos dos Cigarros com Sabores!

Segundo pesquisa, 45% dos jovens entre 13 e 15 anos que fumam, consomem esse tipo de cigarro, abrindo um grande espaço também para consumo de outras drogas. Cerca de 10,6% da população brasileira é fumante. Trata-se de uma mistura de nicotina com sabores de chocolate, menta, açúcar, etc. Esse tipo de cigarro que maquia o gosto da nicotina causa maior número de dependência ao cigarro, mais rapidamente. As campanhas educativas no Brasil e no mundo fizeram com que o consumo do cigarro caísse, mostrando aos consumidores as diversas doenças causadas pela nicotina e os demais centenas de ingredientes tóxicos do fumo. Por essa razão, foi que as empresas criaram os mais diferentes tipos e marcas de cigarros com sabores variados para principalmente o público jovem. Os cigarros com sabores são mais prejudiciais com a ação da nicotina no Sistema Nervoso Central, estimulando a liberação da dopamina, provocando inicialmente uma sensação de euforia, bem estar, reforçando a manutenção do hábito. Outro hábito dos jovens é o Narguille, também chamado de arguile ou ainda shisha. É uma espécie de cachimbo que usa água, ou mesmo essência de frutas ou bebida alcoólica (arak), tabaco aromatizado de essências de flores, frutas e o carvão que mantém aceso o narguille. A fumaça oriunda poderá ser tragada por várias pessoas, sendo que 40 minutos fumando narguille, poderá corresponder a mais ou menos 100 cigarros. Como todos colocam a boca no mesmo local para fumar, a fumaça do narguile, que é muito forte, poderá ocasionar doenças cardíacas, enfisema pulmonar, câncer de pulmão, hepatite, herpes labial, tuberculose, etc. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), morre no Brasil cerca de 200.000 pessoas de câncer de pulmão anualmente.

O Papel do Agronegócio na Economia do Brasil

O papel do agronegócio ou agrobusiness (em inglês) pode ser definido como um conjunto de seguimentos: 1) Insumos a Agropecuária – (fertilizantes, medicamentos veterinários, sementes e outros); 2) Produção Básica – (aqui, a presença do campo é fundamental); 3) Agroindústrias – (processamento do leite, produtos vegetais, etc.); 4) Agrosserviços – (unidades de beneficiamentos, unidas de prestação de serviços, comercialização e distribuição e outros). Sendo assim, o agronegócio é responsável pela integração de diversos setores da economia brasileira que estão diretamente ligados aos produtos e subprodutos advindos da atividade agrícola ou pecuária, possibilitando a confecção de roupas, a elaboração de produtos de higiene pessoal, biotecnologia, e principalmente o produto “In Natura” (alimentos naturais, não processados), que é servido na mesa dos brasileiros diariamente. Todos sabem que o carro chefe da economia do Brasil é a agropecuária associada a cadeia que contempla o agronegócio. Bilhões de dólares entram no Brasil anualmente através do agronegócio. Temos a maior produção bovina do mundo e a maior exportação de carne neste setor, contribuindo sobremaneira para o PIB, além do crescimento de outros setores do agronegócio, geração de empregos e cursos profissionalizantes do setor. A qualidade de nossos produtos do agronegócio são reconhecidas mundialmente, mas temos muito que desenvolver pois o mercado externo nesse setor é muito amplo. Devemos muito ao sucesso do crescimento do agronegócio ao seu compartilhamento com os produtores rurais (principal força de todo o agronegócio), tecnologia agrícola, agrônomos, veterinários, indústrias, instituições brasileiras como a Embrapa, Emater, Iapar, Senar-Pr e empresas de tecnologia.

Afinal, é assédio ou paquera?

Depois que os artistas pisaram no tapete vermelho vestidos de preto na entrega do Globo de Ouro 2018, protestando contra o assédio sexual que as mulheres tanto reclamam, o assunto ganhou contornos e formas diferentes. Para as mulheres francesas, as americanas e europeias exageraram em tal decisão, tão puritanas, defendendo os homens. Quando eu digo que o assunto ganhou contornos e formas diferentes é porque para esta coluna, assédio e paquera é o erotismo presente nas relações humanas. São termos ambíguos (em que se pode tomar mais de um sentido). Muitas vezes, você tem uma certa intimidade com uma mulher e ela se apresenta à você com muita sensualidade. Dependendo do grau de relacionamento, você poderá dirigi-la algumas palavras sutis, mais picantes e até mais sensuais. Quanto as respostas dela, as coisas poderão evoluir, para o sim (consentimento) ou para não. Não vejo até aí, nada de assédio. Agora, se a mulher dizer não e o assunto passar a importunar, admoestar com perguntas ou pretensões insistentes, poderá se tornar um caso de assédio sexual. Se não existe uma amizade ou um relacionamento mais íntimo entre o homem e a mulher, não justifica em hipótese alguma dirigir certas palavras ou atitudes do homem em relação a mulher, por mais que ele saiba quem é a mulher. No caso da paquera, o homem busca uma maior aproximação com alguém, com respeito, visando namorar ou mesmo tornar um amigo ou algo mais próximo, que também poderá ter uma resposta positiva ou negativa. Em nada justifica “avançar um sinal”, como se diz, sem consentimento da mulher. Há uma lei brasileira ultrapassada em questão de assédio sexual onde a lei relaciona praticamente apenas casos de patrão e funcionária, ou seja, hierarquia. Nesse caso, o constrangimento da mulher em relação as “cantadas” do chefe, sem consentimento, passa a ser um assédio sexual.

Coisas do Cotidiano

• Campanha da Fraternidade 2018 – Fraternidade e Superação da violência.” Em Cristo somos todos irmãos”!
• BEIJA FLOR é a grande campeã do Carnaval Carioca 2018. Mas os aplausos vão para a pequena Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, do bairro pobre de São Cristóvão, que mostrou ao Brasil e ao mundo, a insatisfação do povo brasileiro com a vergonha generalizada que assola o país por parte do Executivo, Legislativo e Judiciário. A escola ficou em segundo lugar na classificação geral;
• “FORA TEMER” – A Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, do grupo de elite das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, ao desfilar domingo, dia 11, com o tema “Meu Deus, Meu Deus, está extinta a Escravidão?”, fez críticas pesadas e merecidas ao presidente golpista e chefe de quadrilha criminosa Michel Temer, que foi representado na escola por um “Vampiro Neoliberalista”. Críticas a reforma trabalhista, reforma da previdência, retorno da escravidão no trabalho rural, fantoches aos batedores de panelas, corrupção, propinas, etc., faziam parte do excelente desfile da daquela escola. A multidão sofrida (mais de 30 mil pessoas) cantou com a Escola e pediu “Fora Temer, Fora Temer”. Os analistas da Globo do desfile carnavalesco, Fátima Bernardes e Alex Escobar não comentaram nada!
• “FORA CRIVELA” – No mesmo diapasão, a Escola de Samba Mangueira desceu o pau no bispo Marcelo Crivela, da Igreja Universal e prefeito do Rio de Janeiro, por negar auxílio financeiro às escolas de samba, indiscutivelmente, responsáveis pelo volume de dinheiro que o Rio de Janeiro recebe no carnaval através dos turistas de todo o mundo. “Fora Crivela”!
• E a Escola de Samba Tatuapé é bicampeã do carnaval de São Paulo;
• Presidente Michel Temer foi passar o carnaval no litoral levando 60 pessoas em duas viagens de avião. Afinal, quem paga essa despesa?
• Espaço – Cultura – 100 anos de Caipirinha – Criada inicialmente para fins medicinais, a caipirinha é hoje o drinque mais tradicional do Brasil e também a queridinha dos turistas que visitam o país. Segundo a história, na época da gripe espanhola (uma gripe violenta que atingiu a população mundial em 1918, acompanhada de pneumonia, matando entre 50 milhões a 100 milhões de pessoas) para a acelerar a terapia no tratamento daquela gripe, usava-se uma mistura de cachaça, limão, mel e alho, como remédio. Essa versão foi dada pelo Instituto Brasileiro da Cachaça. A outra versão é que por volta de 1856 os paratienses (natural de Paraty – RJ), costumavam receber os estrangeiros com um suco de limão misturado a cachaça para evitar o escorbuto, doença que surge pela deficiência de vitamina C, caracterizada por perda da resistência e por propensão a infecção. A história ainda conta que como drinque, a caipirinha surgiu em 1918, há 100 anos, em Piracicaba(SP), que tem a tradição no cultivo da cana-de-açúcar, a caipirinha passou a ser servida pela elite da cultura canavieira e a substituir o uísque e o vinho importado. A sua preparação é muito fácil pois basta a cachaça, limão (não muito socado), açúcar e gelo. Já a cachaça possui uma história de cerca de 500 anos e surgiu entre 1516 e 1532, considerada a primeira bebida destilada das Américas, criada antes mesmo do pisco, da tequila e do rum. Hoje, a cachaça e a caipirinha são vendidas em todo o mundo como produto brasileiro.

Entrelinhas

***Rio de Janeiro, cidade cosmopolita, com cerca de 6,5 milhões de habitantes, uma das cidades de maior turismo no Brasil e no mundo, vem sofrendo há muitos anos com a questão de segurança pública. Com o passar dos anos, a marginalidade e o tráfico de drogas praticamente tomaram conta da cidade, favorecendo os arrastões, saques, assaltos, roubos, etc. Com as suas favelas que mais parecem cidades, localizadas principalmente em morros, favorecem a moradia de bandidos pelas dificuldades da polícia em chegar até lá. Com uma extensão de fronteiras enorme que o Brasil possui, torna-se fácil a aquisição de drogas, armamentos pesados, cruzar as fronteiras, pelos bandidos que enfrentam a polícia em melhores condições. Além de tudo isso, temos o grande problema nacional que é a impunidade e a grande lição de nossos políticos ladrões. Nas trocas de tiros nas favelas, com enorme densidade populacional, bandidos, policiais, crianças, adultos, enfim, qualquer um estará na linha de tiro e poderá ser a vítima fatal. E é o que está acontecendo, piorando nas épocas festivas, com um futuro incerto. A criminalidade está aumentando e não há nenhum programa efetivo de governo para a solução desse assunto. Uma coisa está provada: mais policiais nas ruas não resolve nada! Nem o prefeito da cidade, Marcelo Crivela, quis ficar no Rio durante o carnaval, preferindo a Europa. “A violência destrói o que ela pretende defender: a dignidade da vida, a liberdade do ser humano” – João Paulo II (1920-2005).

Opinião do Blog Brasileiros querem uma Reforma da Previdência sem privilégios!

Simplesmente ridícula a presença do presidente Michel Temer no programa Silvio Santos no sentido de convencer o povo brasileiro da importância da Reforma da Previdência, mas do jeito que o governo quer. Sem nenhuma objetividade ou uma explicação plausível, até porque também não foi questionado em momento algum pelo apresentador Silvio Santos, o presidente Temer teima em mentir ao povo dizendo que se não for feita a Reforma da Previdência do jeito que governo quer, dentre de pouco tempo não haverá dinheiro para pagar os aposentados. O que o governo quer com a tal reforma, conforme grandes analistas econômicos de nosso país afirmam e provam, é que o presidente quer que o povo pague mais tempo de contribuição ao INSS e goze menos tempo de aposentadoria. Ou seja: se o homem aposentar com 65 anos e a mulher com 62, terão pouquíssimos tempo para gozarem a aposentadoria ou seja, o governo receberá mais com a contribuição e gastará menos com aposentadoria porque o trabalhador já estará no final da vida. Temer quer também que o povo pague uma aposentadoria privada, desonerando o poder público. Nos bastidores existe grande pressão dos bancos para que as pessoas paguem uma previdência privada. É que diz o cientista político Itamar Portiolli de Oliveira. Além de tudo isso, existe ainda outros fatores, que são graves como diversas categorias não fazerem parte da reforma, apesar da Constituição Federal em seu texto afirmar que “todos são iguais perante a Lei.” Nessa reforma não estão incluídos o Judiciário, militares patenteados, parlamentares, etc. O senador Roberto Requião quer saber por que essas classes não estão incluídas na Reforma da Previdência e somente o assalariado? A culpa do rombo da previdência não está no salário do povão aposentado, mas sim, nos bancos, grandes empresários, ruralistas, sonegadores de impostos, etc., que juntos, devem cerca de 600 bilhões para previdência, que segundo o governo está quebrada em 180 bilhões de débito. Então é só cobrar essa dívida que o débito estará coberto. São palavras do jornalista Juca Kfouri. Outra questão pra você que anda batendo panela em defesa do governo, o que você acha do ex presidente José Sarney recebendo cinco ou seis aposentadorias, computando mais de cento e dez mil mensais? Ou o professor universitário e ex presidente Fernando Henrique Cardoso recebendo mais de sessenta e cinco mil mensais com grandes aplicações financeiras no exterior? Ou ainda Michel Temer, aposentado aos 55 anos, recebendo de suas diversas aposentadorias o equivalente a sessenta e oito mil mensais, não esquecendo que ainda será incluído a aposentadoria de ex-presidente.? Ou o ex ministro do STF Joaquim Barbosa recebendo quase quarenta e seis mil de aposentadoria? Ou ainda o senador Álvaro Dias que por enquanto está recebendo uma aposentadoria de quase trinta mil mensais. Mas assim que ele se aposentar como senador, esse salário vai dobrar. Há milhares e milhares de outros brasileiros nessa mesma situação que ajudam a quebrar a previdência. Esta é para você que leu esta coluna e fazer a tua conclusão: o que você acha daquele senhor aposentado que trabalhou de sol a sol, ou debaixo de chuva, arrancando mandioca, colhendo laranja, ou cortando cana, ou então aquele pedreiro que sobe as escadarias com argamassa no ombro, anos e anos, assim como tantos outros brasileiros que acabam adquirindo um câncer de pele, espondilite anquilosante (a coluna fica dura e torta), uma bursite ou artrose de joelhos, sem plano de saúde e recebem um salário mínimo de 965 reais? Você acha que é justo?